O
Ibovespa superou os 166 mil pontos nesta quinta-feira, 15, e emplacou o
segundo recorde intradiário seguido, embalado pelo
desempenho positivo de papéis de peso na composição do índice, como Vale, Itaú e Bradesco.
Depois de ficar as primeiras três horas praticamente estável,
principal índice acionário da B3 passou a subir e, por volta das 15h10, registrou alta de 0,55%, aos 166.047,14 pontos. Com o avanço, a referência acionária superou a máxima intradiária desta quarta, 14, quando bateu recorde e foi a 164.550 pontos.
Os papéis da
Vale (VALE3), que respondem por mais de 11% da composição do Ibovespa, também avançam 0,30%, dando sustentação ao indicador.
O mesmo ocorre com o
Itaú, cujas ações preferenciais (ITUB4), com cerca de 8,3% de participação no índice, subiam 1,39%. Assim como as do
Bradesco (BBDC4), que registram alta de 2,65%, a quinta maior do dia até o momento.
Petrobras limita avanço
O principal fator de pressão vem do setor de petróleo. As
ações da Petrobras recuam em linha com o
tombo da commodity no mercado internacional, diante do alívio nas tensões geopolíticas após sinalizações de que os Estados Unidos podem adiar uma investida militar contra o Irã.
Embora tenham diminuído o ritmo das perdas, os papéis ordinários da estatal (PETR3), que figuraram entre as maiores altas do Ibovespa na quarta-feira, caíam 0,73%, enquanto as
ações preferenciais (PETR4) recuavam 0,28%. A queda se estende a outras companhias do setor.
A
Brava Energia (BRAV3), a PetroReconcavo (RECV3) e a Prio (PRIO3) também operavam no campo negativo, acompanhando o movimento do petróleo no exterior. O barril do Brent, referência internacional, recuava 4,33%, para US$ 63,64, enquanto o WTI caía 4,55%, negociado a US$ 59,20.
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